Domingo, 4 de Fevereiro de 2007

Acreditas em magia?!?

CATS: Acto II, Cena 6 - Mr. Mistoffelees

      Quaxo, através do seu alter-ego Mr. Mistofelees, deixa todos boquiabertos


“You ought to ask magical Mr. Mistoffelees, the original conjuring cat! […] Please listen to me and don’t scoff, all his inventions are off his own bat. There’s no such cat in the metropolis, he holds all the patent monopolies for performing surprising illusions and creating eccentric… confusions![1]

 

No meio da escuridão o foco de luz pára no alto da lixeira, quando Rum começa a dirigir-se aos Jelicais com a maior das calmas, lembrando-lhes que têm entre eles o único gato capaz de trazer o Velho Deuteronomy de volta: o mágico Mr. Mistoffelees (alter-ego de Quaxo).

 

De início a tribo parece não fazer caso dele e começam a afastar-se, mas Rum mostra-lhes que não está para brincadeiras: rapidamente levanta-se e num tom sério e apelativo pede aos outros para prestarem atenção e não zombarem dele! O holofote acompanha-o à medida que desce da lixeira, deixando atrás de si uma sombra crescente de meter respeito…

 

Rum fala-lhes de Misto e quando os Jelicais menos esperam, o mágico desce por cima das suas cabeças como que vindo de nenhures, com um casaco resplandecente. Já no chão, ao mover as suas patas e como que respondendo ao seu “Presto!”, todas as luzes reacendem-se, encorajando os Jelicais enquanto Rum continua a falar de mais feitos mágicos daquele que parece ser um dos seus grandes amigos.

 

Entre as revelações que Rum faz de alguns dos seus poderes mágicos, Misto resolve dar aos Jelicais uma pequena demonstração: nas suas mãos cai uma lata de onde tira um tecido em tons de arco-íris, do qual os gatitos gostaram imenso pois começam a brincar com ele… decide então demonstrar também a sua perspicácia como bailarino, espalhando feitiços aqui e ali… Esta dança é simplesmente de tirar a respiração: bastante complicada, e o actor tem de ter realmente um talento enorme para se conseguir evidenciar tanto. É mesmo de se lhe tirar o chapéu, é… mágica!

 

Quando Rum revela à tribo que há bem pouco tempo o mágico conseguiu retirar 7 gatinhos de dentro de um chapéu, Misto decide que chegou a altura de mostrar realmente as suas habilidades… apesar de ele próprio não passar de um gatinho novo!

 

Dirigindo-se ao carro, de um dos faróis arranca um pano vermelho. Brinca um bocado com ele, abana-o e depois de procurar com os olhos entre os outros gatos, escolhe Cassandra para o assistir no truque de magia que está prestes a fazer. Inicialmente excitada por ter sido a escolhida, rapidamente cresce-lhe um sentimento de medo quando se apercebe que Misto a vai fazer desaparecer… mas antes de conseguir desistir, Misto cobre-a com o pano, enquanto ela mantém as patas no ar em protesto.

 

Então Misto vai arrastando o pano até ao meio do palco… abana as patas como se estivesse a lançar-lhe um feitiço, dá um ar de profissional e, de repente, atira o pano para o lado, ao mesmo tempo que do chão se levanta o velho líder, ainda meio confuso! Misto conseguiu conjurar de volta o Velho Deuteronomy: só gostava de ver a cara dos seus raptores!

 

Misto na verdade também parece surpreso e lança um sorrisinho de satisfação por mais um encanto bem sucedido. Enquanto isso, o velho líder olha ternamente para Rum pensando que a ele deve a sua libertação. Embora o gato roqueiro gostasse de receber os louros, acha que os créditos do mérito devem ser atribuídos ao seu verdadeiro dono, apontando então para Misto.


 


Todos os gatos temem ainda respeitosamente se este será o seu verdadeiro líder, mas a dúvida dissipa-se quando Misto se vira e corre até ao Velho Deuteronomy, salta para o seu colo e começa a… lamber-lhe a cara! Provada a verdadeira identidade, todos os Jelicais se reúnem à sua volta e celebram o seu regresso ao mesmo tempo que elogiam as habilidades deste gato tão jovem.

 

Numa vénia conjunta, todos cantam que nunca viram nem nunca imaginaram ser possível existir um gato tão esperto como o mágico Mr. Mistoffelees. Enquanto Misto e outros gatos ficam no palco a dançar, a maior parte dos outros correm pelo meio do público como que a contar e a confirmar a novidade[2]!

 

Quando todos regressam, Misto está ainda a dançar no meio de palco e de repente presenteia a plateia com uma fantástica combinação de piruetas sem falhas[3]! Mais uma vez Rum apresenta o mágico e místico Mr. Mistoffelees, que agora se encontra em cima do grande pneu: Misto salta e os toms levantam-no no ar enquanto Misto agradece de braços abertos a grande ovação do público.

 

À medida que a ovação vai diminuindo, os toms pousam-no no chão e Misto prepara-se para ir embora, mas… apercebe-se que ainda é o centro das atenções. Como que a dizer que chega de luzes da ribalta, Misto faz com que a luz do holofote encolha até que finalmente sopra para a fazer desaparecer…



[1] “Deveriam perguntar ao mágico Sr. Mistoffelees, o legítimo gato-bruxo! Por favor ouçam e não zombem, todas as suas invenções vêm da sua própria cabeça. Não existe na cidade nenhum gato como ele, monopolizando todas as patentes na arte de executar ilusões surpreendentes e criar confusões… excêntricas!”

[2] No dia 7 de Outubro houve um gato que se meteu com uma senhora de idade sentada na coxia umas cadeiras à minha frente, mas do outro lado. Ela pareceu não achar muita graça e ficou bastante incomodada, mas eu achei um piadão e ri-me a bandeiras despregadas! Achei ainda mais piada quando o gato se virou para trás, viu-me a desfrutar animadamente do momento e ao passar por mim fez-me uma festinha no ombro… ai que a mão estava tão suada!!! Sei agora com toda a certeza, depois de ver o espectáculo 3 vezes, quem foi o gato, mas isso será revelado apenas no final… No dia 28 de Outubro fiquei espantada com a quantidade de gatos que afinal tinham saído do palco… não me tinha apercebido no primeiro espectáculo… e mesmo à minha frente, como que a controlar todos os outros, ficou Munkustrap… a caracterização e o próprio fato são simplesmente nota 20! Parabéns!

[3] Na verdade não contei as piruetas pois fiquei de tal maneira surpreendida e tonta só de o ver… apenas posso afirmar uma coisa: no primeiro espectáculo nem sequer me apercebi de ter havido piruetas… mas terem Jean-Claude Pelletier como Misto a 28 de Outubro foi sem dúvida alguma uma escolha sem falha nenhuma também: foi um Misto perfeito, a meu ver bem melhor que o do DVD também… mas isso é apenas a minha opinião!

sonhado por zia às 15:02
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Quarta-feira, 27 de Dezembro de 2006

Fantasmas do passado...

CATS: Acto II, Cena 3 - A Última Batalha de Growltiger, incluindo A Balada de Billy McCaw

                  Rum Tum Tugger, Quaxo, Skimbleshanks e Munkustrap
                         na pele de quatro dos piratas de Growltiger


 

“But the moonlight shone reflected from a thousand bright blue eyes; and closer still and closer the sampans circled round, and yet from all the enemy there was not heard a sound. The foe was armed with toasting forks and cruel carving knives. And the lovers sang their last duet in danger of their lives1

 

…de repente uma baforada de música bem alta dá o mote a Gus para se levantar bruscamente, atirando para trás o seu desmazelado manto, revelando o corpo musculado de Growltiger, um gato listrado alaranjado, preto e branco, a quem lhe falta um olho, escondido por uma pala.

 

Do cimo do palco cai o cenário de um navio ao mesmo tempo que outras partes do navio (o mastro por exemplo), “voam” dos lados. Neste palco, dentro do palco, ao leme do navio surge a tripulação selvagem de Growltiger: interpretada por Munkustrap, Rum Tum Tugger, Quaxo, Skimbleshanks e Alonzo, embonecados com vestimentas à pirata com grande profusão de cores2.



 

A tripulação canta sobre um gato bandido, o gato mais bruto que alguma vez navegou “de Gravesend até Oxford onde satisfazia os seus objectivos diabólicos, regozijando-se do seu título de ‘O Terror do Tamisa’”.


Growltiger tem um ódio terrível por todos os gatos estrangeiros, pois a um gato Siamês se deve a falta de uma das suas orelhas. Mas ele também adora aterrorizar a sua tripulação, o que nos proporciona cenas hilariantes: Quaxo-Pirata parece ser muito assustadiço durante toda a cena e quando Growltiger explode, ele salta para os braços de Rum-Pirata! Quanto a Skimble-Pirata... presenteia-nos com uns sons de tal maneira agudos que nos fazem espantar! Ai que temos voz!

 

Entretanto entra em cena Griddlebone, ou seja, Jellylorum vestida com um fato coberto de penugem branca de avestruz. Rapidamente percebemos que esta “senhora” é a grande paixão de Growltiger. Ela entra em cena cheia de graça... ao tropeçar na sua longa cauda branca e quase cai de cara no chão! Para que possam estar algum tempo a sós, Growltiger escorraça a tripulação do convés dizendo-lhes que é hora de irem dormir.

 

Sem se aperceberem que as suas vidas estão em perigo, Growltiger e Griddlebone, em jeito de corte, cantam um dueto chamado a "Balada de Billy McCaw". Apesar do intuito de Growltiger ser cortejar Griddlebone (a única gata para quem tem... olho), ela parece querer roubar-lhe o espectáculo, já que não gosta, que lhe façam sombra e quer ser ela a estrela.

 

Ao comando de Ghengis3, os outros Jelicais entram em palco trajando máscaras cintilantes, armaduras enfeitadas com lantejoulas e olhos brilhantes e entoando vozes com um sotaque chinês: são os Siameses que avançam rapidamente e cercam o casal que é apanhado desprevenido. Griddlebone prova ser uma mestre em fugas já que rapidamente se escapuliu, mas... Growltiger...

 

... é confrontado com um duelo quando Ghengis entrega uma espada extra que estava escondida atrás do leme. Ambos fazem uma pausa e respiram fundo antes de começarem a lutar. Growltiger consegue levar a melhor e enquanto está ocupado a vangloriar-se, Ghengis põe-se de pé e aponta a espada... hmmm... para as regiões baixas! Growltiger rapidamente recua, mas a ponta de outra espada fica-lhe encostada às costas e o Gato Bandido é finalmente capturado. Forçado a andar na prancha, Growltiger tapou o nariz antes de saltar... E então, “aquele que levou centenas de vítimas até ao abismo, no fim dos seus crimes foi forçado a ir num pé e saltar no outro!”

 

No fim, Ghengis fica a sós no palco, relampejando a sua espada. Ao virar-se, quem ele vê é Gus, que lhe estende a mão, como se tentasse alcançar um sonho... então Ghengis saúda o velho gato e lentamente gira sobre si mesmo até sair do palco enquanto Gus se embrenha novamente na lembrança do seu papel de Firefrorefiddle, o Demónio das Montanhas.


Sentindo-se miserável e cansado, mas ainda acreditando que poderia interpretar
novamente todos aqueles papéis, Gus sai acompanhado pelo resto da tribo, enquanto ecoam as suas palavras: “poderia fazê-lo novamente...”




1 “Mas o luzir do luar reflectiu desde mil olhos azuis e cada vez mais próximo as sampanas cercaram‑os, todavia do inimigo não se ouvia nem um pio. O adversário estava armado de garfos de espeto e cruéis facas de talhar. E os amantes contaram um último dueto em perigo de suas vidas”

2 7 Outubro: esta parte do espectáculo saiu-me como uma surpresa e é capaz de ser uma das cenas das quais me lembro mais e ao mesmo tempo da qual me lembro menos, já que foi algo que me apanhou de surpresa. Sabia que tinha visto o vídeo todo com atenção, por isso esta parte é mesmo um extra em relação ao DVD. Gostei do facto de ver algo completamente novo e principalmente porque achei uma cena com uma vida extrema. Dá para rir, para nos encolhermos um bocado mais e até mesmo para ficarmos com a música no ouvido... a Balada de Billy McCaw é simplesmente ternurenta... sim senhor, de se lhe tirar o chapéu! E os siameses? Aquele Ghengis parece mesmo siamês... boa voz! 100% (pena não poder pôr um vídeo a sério aqui porque esta cena não há em vídeo já que o Sir John Mills era velho de mais –mais de 90 anos– para poder interpretar Growltiger no DVD)

3 Ghengis, o chefe dos Siameses, é interpretado pelo mesmo actor que interpreta Coricopat (Philip Comley), embora eu só me tenha apercebido disso quando vi o espetáculo pela 3ª vez em Bristol (dia 9 de Dezembro) – talvez porque estava mesmo à frente deu para ver mais pormenores... mas mantenho a ideia que tenho desde a primeira vez que vi esta cena: o Ghengis tem uma voz espetacular! E foi uma óptima actuação por parte do actor, numa cena em que envolve imensa dansa acrobática e requer uma óptima coordenação de movimentos...

sonhado por zia às 12:55
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Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2006

8 minutos de cortar a respiração...

CATS: Acto I, Cena 12 - O Baile Jelical

                                                   O Baile Jelical

 

“Until the Jellicle Moon appears we make our toilette and take our repose: Jellicles wash behind their ears, Jellicles dry between their toes. Jellicle cats are white and black, Jellicle cats are of moderate size, Jellicles jump like a jumping jack, Jellicles have moonlit eyes1"


Após alguns momentos de silêncio, este é renegado e sons calmos e melodiosos começam a chegar-nos aos ouvidos, ao mesmo tempo que Victoria e Demeter voltam, a medo, para a lixeira. Está na hora do baile Jelical2 pelo qual tanto esperaram, a grande dança anual onde todos os gatos celebram a sua “Jelicalidade” com a lua a brilhar com todo o seu explerendor. As forças que pouparam durante o ano podem ser agora usadas ao máximo nas suas danças angelicais, profundas e contorcionistas. A felicidade está no ar, e o amor também.

 

Um a um, os gatos vão-se juntando novamente, embora ainda com alguma precaução, notável nas suas vozes que cuidadosamente começam a ganhar mais vida ao darem início ao cântico onde revelam um bocado mais o que é um gato Jelical, convidando todos aqueles que ainda não estão ali a se juntarem a eles...

 

Esta cena é uma sequência de dança longa (cerca de quase 9 minutos), bastante arrojada e complexa. O seu ritmo e o seu estado de espírito mudam constantemente e se bem que de vez em quando apenas alguns gatos fazem parte da rotina, a verdade é que ocasionalmente o palco está repleto de gatos: todos os Jelicais estão a dançar para nós, excepto o Velho Deuteronomy que observa omnipotentemente desde o pneu que lhe serve de poiso, isto é, quando não está a passear pela audiência a verificar se estamos todos com atenção e a gostar do espetáculo que eles estão a dar-nos.

 

Mais ao menos a meio da dança há uma trégua quando todos os gatos se juntam a tirar um pequeno cochilo. Ao se reunirem, mais uma vez a queen branca é deixada um tanto ao quanto entregue a si própria... Plato, a medo, dá uns passos na sua direcção. De início ambos se cheiram temporariamente e esfregam-se um no outro em sinal de carinho. O tom levanta-a acima da sua cabeça e acaricia-a algumas vezes numa pequena sequência de dança3...




Depois desta sequência, o baile ganha uma energia muito viva, especialmente depois de Quaxo, Coricopat e Tantomile denunciarem a presença oculta de Grizabella que observa-os atentamente. Todos eriçados, os Jelicais soam bufos de todo o lado e rapidamente fazem com que a gata de olhar triste desapareça de novo, e o baile continua a um ritmo vertiginoso. No fim os gatos saltam em direcção da audiência (mas sem sair do palco) à medida que a música “salta” também e as luzes acendem-se.

 

A ovação é geral...





1 “Até à lua Jelical aparecer tratamos da nossa toilette e descansamos: os Jelicais lavam detrás das orelhas, os Jelicais secam entre os dedos. Os gatos Jelicais são brancos e pretos, os gatos Jelicais são de tamanho módico, os Jelicais saltam como um acrobata, os Jelicais têm olhos enluarados”

2 Não posso deixar de dizer: este é um ponto extremamente tocante do espectáculo. Aqui dança-se com destreza, há explosão de luz e de cores, há gatos que se apaixonam e muito inocentemente e com um carinho extremo representam um acasalamento apoiado por todos. Não há um único gato que não participe com alegria e até o Velho Deuteronomy dança como pode. Há saltos espectaculares, elevações no ar, todos aqueles actores parecem feitos de borracha, parecem não faltar efeitos especiais, mas não... é mesmo a agelidade e a desenvoltura desta equipa soberba. Parabéns!


3 Algumas pessoas apelidam este momento de “A Perda de Inocência”, sinceramente é um momento bastante tocante e mesmo muito querido.

sonhado por zia às 00:01
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