Domingo, 11 de Fevereiro de 2007

Tudo está bem quando acaba bem...

CATS: Grand Finale

               O elenco que apresentou CATS em Portugal, a NAP16!

 

 

“And we all say, oh well I never was there ever a cat so clever as Magical Mr. Mistoffelees…[1]

 

O espectáculo CATS terminou com mais uma investida dos gatos Jelicais à audiência! Depois de acabarem de cantar “Como se Dirigir a um Gato”, os felinos saltaram do palco e espalharam-se por todos os cantos e esquinas, metendo-se com vários elementos do público.

 

Na primeira vez, dia 7 de Outubro, vi espantada a interacção dos gatos com o público: os felinos andavam por todos os lados e puseram algumas crianças a chorar e outros espectadores a rir… Porém dia 28 de Outubro, talvez dada a minha proximidade com o palco, o Mr. Mistoffelees dessa noite (Jean-Claude Pelletier) que já me havia encadeado com o holofote, parece que em jeito de pedir desculpa veio direitinho a mim e fez-me festinhas na cara… ah!, como cheirava bem! O que até é de espantar pois pensava que a esta altura do campeonato o cheiro deveria ser nauseabundo!

 

Enquanto alguns gatos andavam pelo público, outros estavam ainda no palco a fazerem “palhaçadas” ou então a presentearem-nos com mais umas acrobacias como foi o caso de Rumpleteazer e Mungojerrie que fizeram mais uns saltos mortais de lado! Excelente!

 

Depois de se meterem uma última vez com o público, os gatos voltaram ordenadamente para o palco e fizeram uma última vénia “à la gato” e sumiram-se pelos lados da lixeira…

 

Então, um a um ou aos pares (como no caso dos dois grupos de gémeos), vieram agradecer a ovação, fazer as suas vénias finais e até mesmo alguns deles mais umas gracinhas até cada um se dirigir para o seu canto favorito da lixeira de onde observam os outros com emoção.

 

Finalmente todo o elenco está em palco e então fazem uma vénia conjunta perante a grande ovação e os assobios animados do público! Está oficialmente acabado o espectáculo do CATS?! Bem, pelos vistos ainda não…

 

Enquanto alguns gatos ficam no palco a brincarem uns com os outros (como por exemplo a Griz a fazer-se ao Rum e quando ele corre para ela, ela desaparece ainda mais depressa… a cara de ambos os actores é de partir a rir!!!), outros tal como entraram pela audiência, também saíram pelo meio do público!

 

Pois é… a meu ver tudo o que é bom acaba muito rapidamente! Completamente extasiada, observo as últimas movimentações dos gatos… mas no dia 7 de Outubro, quando menos esperava, levei uma última recordação do CATS… Foi uma recordação que me aqueceu, embora tenha sido um bocado dolorosa….

 

Ao saírem pelos corredores, passou por mim Coricopat (Philip Comley) que enquanto cantava “…um gato assim tão esperto…” resolveu virar-se para trás e… zás, trás, pás!

 

A minha mãe perguntou-me o que ele me tinha dito, e eu meia incrédula consegui entre risos responder: “Ele… ele bateu-me!!!” – pois foi isso mesmo! Primeiro fez‑me uma festinha durante o Mr. Mistoffelees e no fim deu-me uma valente palmada no rabo!!!

 

Estou a ver que apanhei um gato do contra!!! Mas adorei!!! E repetiria tantas vezes quantas possíveis…

 

CATS? Surpreendente! Um espectáculo inserido no próprio espectáculo, cheio de felinidade, movimento, ritmo, expressão e delicadeza! Nota 20…

 

 

 

Este é o elenco que participou nos espectáculos que vi em Portugal: (disposto pela ordem das fotografias no topo do post)

  • Dean Maynard: Munkustrap; substituto extra para Bustopher Jones, Aspargus e Growltiger
  • Philip Comley: Coricopat e Ghengis (o gato que me bateu!!!)
  • Kevin McGuire: Carbucketty (dia 28 de Outubro foi substituído por um swing já que uns espectáculos antes, ao fazer de Mr. Mistoffelees torceu um pé e foi obrigado a tirar 4 semanas de ‘folga’);  primeiro substituto para Mr. Mistoffelees
  • John McManus: Skimbleshanks (o gato que quase me deitou ao chão…)
  • Peter Tyler: Alonzo e Rumpuscat; primeiro substituto para Munkustrap e substituto extra para Rum Tum Tugger
  • Gary Watson: Rum Tum Tugger
  • Zak Nemorin: Mungojerrie; primeiro substituto para Rum Tum Tugger
  • Nick Pound: Velho Deuteronomy
  • Lorraine Chappell: Bombalurina
  • Rachel Ensor: Victoria
  • Zoë Curlett: Jellylorum
  • Lauren Brooke: Cassandra; primeira substituta para a personagem "Bombalurina"
  • Dianne Pilkington: Grizabella
  • Christopher Howell: Aspargus, Gus, Bustopher Jones e Growltiger
  • Alex Durrant: Bill Bailey
  • Lorraine Graham: Jennyanydots
  • Louisa Barratt: Jemima; substituta extra para Victoria
  • Zoë Smith: Demeter; substituta extra para Grizabella e Jennyanydots
  • Sarah Meade: Rumpleteazer; substituta extra para Demeter
  • Carrie Sutton: Tantomile; substituta extra para Jellylorum e primeira substituta para Jemima e Rumpleteazer
  • Callum Nicol: Admetus e Macavity; actor substituto para Skimbleshanks
  • Jean-Claude Pelletier: actor substituto - Mr. Mistoffelees (28 de Outubro), Mungojerrie e Carbucketty
  • Amèlie Munier: actriz substituta - Jemima; Victoria
  • Phil Hogan: actor substituto - Skimbleshanks
  • Jennifer Hepburn: actriz substituta - Grizabella; Jellylorum
  • Barry Haywood: actor substituto - Bustopher Jones, Aspargus e Growltiger; Velho Deuteronomy
  • Louise Perez: actriz substituta - Bombalurina; Demeter; Jennyanydots; Rumpleteazer e Tantomile
  • Trevor Schoonraad: Quaxo e Mr. Mistoffelees


[1] “E todos nós dizemos nunca houve decerto um gato assim tão esperto como o Mágico Mr. Mistoffelees…”

sonhado por zia às 01:18
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Quarta-feira, 27 de Dezembro de 2006

Fantasmas do passado...

CATS: Acto II, Cena 3 - A Última Batalha de Growltiger, incluindo A Balada de Billy McCaw

                  Rum Tum Tugger, Quaxo, Skimbleshanks e Munkustrap
                         na pele de quatro dos piratas de Growltiger


 

“But the moonlight shone reflected from a thousand bright blue eyes; and closer still and closer the sampans circled round, and yet from all the enemy there was not heard a sound. The foe was armed with toasting forks and cruel carving knives. And the lovers sang their last duet in danger of their lives1

 

…de repente uma baforada de música bem alta dá o mote a Gus para se levantar bruscamente, atirando para trás o seu desmazelado manto, revelando o corpo musculado de Growltiger, um gato listrado alaranjado, preto e branco, a quem lhe falta um olho, escondido por uma pala.

 

Do cimo do palco cai o cenário de um navio ao mesmo tempo que outras partes do navio (o mastro por exemplo), “voam” dos lados. Neste palco, dentro do palco, ao leme do navio surge a tripulação selvagem de Growltiger: interpretada por Munkustrap, Rum Tum Tugger, Quaxo, Skimbleshanks e Alonzo, embonecados com vestimentas à pirata com grande profusão de cores2.



 

A tripulação canta sobre um gato bandido, o gato mais bruto que alguma vez navegou “de Gravesend até Oxford onde satisfazia os seus objectivos diabólicos, regozijando-se do seu título de ‘O Terror do Tamisa’”.


Growltiger tem um ódio terrível por todos os gatos estrangeiros, pois a um gato Siamês se deve a falta de uma das suas orelhas. Mas ele também adora aterrorizar a sua tripulação, o que nos proporciona cenas hilariantes: Quaxo-Pirata parece ser muito assustadiço durante toda a cena e quando Growltiger explode, ele salta para os braços de Rum-Pirata! Quanto a Skimble-Pirata... presenteia-nos com uns sons de tal maneira agudos que nos fazem espantar! Ai que temos voz!

 

Entretanto entra em cena Griddlebone, ou seja, Jellylorum vestida com um fato coberto de penugem branca de avestruz. Rapidamente percebemos que esta “senhora” é a grande paixão de Growltiger. Ela entra em cena cheia de graça... ao tropeçar na sua longa cauda branca e quase cai de cara no chão! Para que possam estar algum tempo a sós, Growltiger escorraça a tripulação do convés dizendo-lhes que é hora de irem dormir.

 

Sem se aperceberem que as suas vidas estão em perigo, Growltiger e Griddlebone, em jeito de corte, cantam um dueto chamado a "Balada de Billy McCaw". Apesar do intuito de Growltiger ser cortejar Griddlebone (a única gata para quem tem... olho), ela parece querer roubar-lhe o espectáculo, já que não gosta, que lhe façam sombra e quer ser ela a estrela.

 

Ao comando de Ghengis3, os outros Jelicais entram em palco trajando máscaras cintilantes, armaduras enfeitadas com lantejoulas e olhos brilhantes e entoando vozes com um sotaque chinês: são os Siameses que avançam rapidamente e cercam o casal que é apanhado desprevenido. Griddlebone prova ser uma mestre em fugas já que rapidamente se escapuliu, mas... Growltiger...

 

... é confrontado com um duelo quando Ghengis entrega uma espada extra que estava escondida atrás do leme. Ambos fazem uma pausa e respiram fundo antes de começarem a lutar. Growltiger consegue levar a melhor e enquanto está ocupado a vangloriar-se, Ghengis põe-se de pé e aponta a espada... hmmm... para as regiões baixas! Growltiger rapidamente recua, mas a ponta de outra espada fica-lhe encostada às costas e o Gato Bandido é finalmente capturado. Forçado a andar na prancha, Growltiger tapou o nariz antes de saltar... E então, “aquele que levou centenas de vítimas até ao abismo, no fim dos seus crimes foi forçado a ir num pé e saltar no outro!”

 

No fim, Ghengis fica a sós no palco, relampejando a sua espada. Ao virar-se, quem ele vê é Gus, que lhe estende a mão, como se tentasse alcançar um sonho... então Ghengis saúda o velho gato e lentamente gira sobre si mesmo até sair do palco enquanto Gus se embrenha novamente na lembrança do seu papel de Firefrorefiddle, o Demónio das Montanhas.


Sentindo-se miserável e cansado, mas ainda acreditando que poderia interpretar
novamente todos aqueles papéis, Gus sai acompanhado pelo resto da tribo, enquanto ecoam as suas palavras: “poderia fazê-lo novamente...”




1 “Mas o luzir do luar reflectiu desde mil olhos azuis e cada vez mais próximo as sampanas cercaram‑os, todavia do inimigo não se ouvia nem um pio. O adversário estava armado de garfos de espeto e cruéis facas de talhar. E os amantes contaram um último dueto em perigo de suas vidas”

2 7 Outubro: esta parte do espectáculo saiu-me como uma surpresa e é capaz de ser uma das cenas das quais me lembro mais e ao mesmo tempo da qual me lembro menos, já que foi algo que me apanhou de surpresa. Sabia que tinha visto o vídeo todo com atenção, por isso esta parte é mesmo um extra em relação ao DVD. Gostei do facto de ver algo completamente novo e principalmente porque achei uma cena com uma vida extrema. Dá para rir, para nos encolhermos um bocado mais e até mesmo para ficarmos com a música no ouvido... a Balada de Billy McCaw é simplesmente ternurenta... sim senhor, de se lhe tirar o chapéu! E os siameses? Aquele Ghengis parece mesmo siamês... boa voz! 100% (pena não poder pôr um vídeo a sério aqui porque esta cena não há em vídeo já que o Sir John Mills era velho de mais –mais de 90 anos– para poder interpretar Growltiger no DVD)

3 Ghengis, o chefe dos Siameses, é interpretado pelo mesmo actor que interpreta Coricopat (Philip Comley), embora eu só me tenha apercebido disso quando vi o espetáculo pela 3ª vez em Bristol (dia 9 de Dezembro) – talvez porque estava mesmo à frente deu para ver mais pormenores... mas mantenho a ideia que tenho desde a primeira vez que vi esta cena: o Ghengis tem uma voz espetacular! E foi uma óptima actuação por parte do actor, numa cena em que envolve imensa dansa acrobática e requer uma óptima coordenação de movimentos...

sonhado por zia às 12:55
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Domingo, 17 de Dezembro de 2006

Ladrar ou não ladrar, eis a questão!

CATS: Acto I, Cena 11 - A Horrível Batalha dos Peques e dos Policais
   
          Carbucketty no papel de cão Polical, tenta enfrentar Munkustrap...


“There are dogs out of every nation, the Irish, the Welsh and the Dane; the Russian, the Dutch, the Dalmatian and even from China and Spain. The Poodle, the Pom, the Alsatian, and the Mastiff who walks on a chain. And to those who are frisky and frolical, let my meaning be perfectly plain that my name it is Little Tom Pollicle and you’d better not do it again![1]

 

E agora que o líder Jelical aqui está, todos podem celebrar! Nesta noite especial, uma pequena surpresa foi preparada para o líder Jelical. Munkustrap organizou um pequeno sketch do qual vai fazer a narração e em que todos os gatos jelicais se juntam para representar “A Horrível Batalha dos Peques e dos Policais[2].

 

Os gatos disfarçam-se com sapatilhas, caixas e outros desperdícios encontrados na lixeira de duas facções de cães rivais. Os Policais[3] são representados pelos toms e caracterizados por cabeças feitas de sapatos/sapatilhas e almofadas quadradas como pés enquanto que os Peques[4] são representados pelas queens e caracterizados por cabeças feitas com um saco de almofada grosseiro encorrilhado, e pés redondos almofadados. Mais tarde a estes juntam-se ainda dois outros grupos: os Pugs[5] e os Poms[6], representados pelo resto das gatas, caracterizadas por cabeças feitas com embalagens de iogurtes com narizes feitos de bolas de badminton e pés redondos.



 

Infelizmente parece que os gatos não tiveram tempo suficiente para ensaiar, o que levou Munkustrap a uma elevada consternação e a ficar deveras aborrecido: foram vários os lapsos (engraçados) que resultaram da falta de prática. Alguns exemplos são o sketch inicial entre uma peque (Rumpleteazer) e um polical (Carbucketty) que falham o ladrar um ao outro na altura devida; ou então o Rum Tum Tugger sempre a interromper a acção ao passear-se com uma gaita de foles feita de uma bola de râguebi e palhas. Também se vê várias vezes Munkustrap com cara de caso a mandar alguns gatitos mais distraídos para o seu lugar... coitado!

 

Erros à parte, a batalha decorre com gargalhadas à mistura (não apenas do público) e a apresentação das diferentes facções de cães, que há medida que vão proliferando também se vai multiplicando toda a barulheira destes “caninos” a ladrar a torto e a direito... Com tanta desordem, não admira que Munkustrap perca a paciência e com um berro estridente cala-os a todos e finalmente consegue dar a deixa ao gato que é suposto vir acabar com a balbúrdia toda: o grande Rumpuscat[7] que rapidamente restabelece a ordem e ainda arranja tempo para ilustrar a descrição que Munkustrap faz deste herói felino.



 

Mas até mesmo o Rumpuscat parece não ter estudado a lição! Ou então é um felino um tanto ao quanto exuberante... primeiro “decide” não entrar na altura certa e ainda para mais falha o local onde deveria aparecer... por alguns metros! Chateado, Munkustrap tem de ir ao seu encontro e arrasta-o pelo braço até ao sítio onde este deveria estar. Mas Rumpus não se fica por aqui: na sua rotina de ilustração de uma briga, só os bons reflexos de Munkustrap lhe valeram para não levar um pontapé na cabeça!

 

Apesar de tudo, o Velho Deuteronomy parece genuinamente ter gostado da pequena surpresa preparada para ele e dá uma saudação e reverência ao grande Rumpuscat, que como quem não quer a coisa, depressa se esgueira para fora da lixeira... ainda mais depressa com o susto de um barulho drástico: todos os gatos dão um salto e dispersam-se à medida que as luzes tremeluzem e se apagam. Mais uma vez, Demeter solta um grito de pânico: MACAVITY!

 

À vista na lixeira fica apenas o Velho Deuteronomy e Munkustrap, que rastreiam a área à volta à procura de vestígios de perigo para a tribo. Mas está ainda um outro gato com os protectores jelicais. Quaxo treme de medo atrás de Deuteronomy[8]. Com carinho, o velhote incita Quaxo a ir procurar refúgio junto dos outros gatos até que ele e Munkustrap se certifiquem que é seguro dar início ao baile...


[1] “Estão aqui cães de todas as nações, os Irlandeses, os Galeses e os Dinamarqueses; os Russos, os Holandeses e os Dálmatas e até mesmo da China e da Espanha. Os Caniches, os Pomerânios, os Alsácios e o Mastim que anda com trela. E para aqueles que são traquinas e travessos que fique bem claro, que o meu nome é Pequeno Tom Polical e é melhor não arriscares!”

[2] Tal como há a tribo dos gatos Jelicais, também existe a dos cães Policais. A história do sketch: temos por um lado os Peques e por outro os Policais que vão ladrando sem parar uns aos outros, até que são enxotados pelo grande Rampuscat, um felino que é um misto de Batman e Superhomem... sem capa, mas –tal como diz Munkustrap– muito pêlo!

[3] O termo Jelical foi criado quando a sobrinha de TS Eliot tentou dizer “dear little cat” (querido pequeno gato). Como não conseguiu pronunciar as palavras correctamente saiu “Jellicle Cat” e daí até à adopção da palavra por parte de Eliot foi um instantinho. Da mesma maneira, Pollicle Dogs refere-se à tentativa da mesma menina dizer “poor little dog” (coitado do cãozinho).

[4] Enquanto a raça de cão “Polical” é meia ficcionada, os Peques existem: são os cães pequineses.

[5] Buldogue anão (um cão originário da China antiga, ao longo dos tempos pertencia sobretudo à realeza)

[6] Cão Pomerânio

[7] Rumpuscat é representado pelo mesmo actor que faz de Alonzo (Pete Tyler)... não nos apercebemos de este deixar o palco, mas uma coisa é certa: o rapaz consegue mudar-se em tempo recorde para interpretar esta personagem!

[8] No dia 7 de Outubro não me tinha apercebido lá muito deste pequeno ET atrás do velhote, mas dia 28 de Outubro, a presença dele foi mesmo evidente... e as expressões faciais de Jean-Claude deram um outro significado à cena toda e levou a plateia ao maravilhoso mundo do gozo, já que JC deu a sensação de haver uma verdadeira ventoinha atrás do velhote!

sonhado por zia às 18:15
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